quinta-feira, dezembro 11, 2008

SOBRE O LEMA DA PENABUNDALÂNDIA

"Para toda regra há uma exceção: VOCÊ!"

terça-feira, dezembro 02, 2008

SOBRE A TRILHA SONORA DA PENABUNDALÂNDIA

O que é a voz da Pink, mais uma habitante da "Penabundalândia"?
Avassaladora no álbum "Funhouse".
Quer ouvir também? Clica na Poderosa aí embaixo.
Quer ver o Clipe? Clica no easteregg do título aí em cima.
Quer se lamentar? Bem vindo ao clube!

SOBRE A PENABUNDALÂNDIA

Recado que você pode mandar para aqueles que não se tocaram de que o relacionamento acabou:

"Bem vindo à PENABUNDALÂNDIA! População: VOCÊ."


JOHNNIE WALKER (Todos os Labels).
A bebida oficial da Penabundalândia Fest!

sexta-feira, novembro 28, 2008

SOBRE ÁGUA PARA SANTA CATARINA

A Defesa Civil de Santa Catarina está pedindo doação de água potável para as vítimas da chuva que atinge o estado.
Na segunda e terça feira (01 e 02/12) nós funcionários faremos aqui no Palácio dos Bandeirantes, através da equipe da Defesa Civil, uma campanha de arrecadação de água para enviar a Sta.Catarina - garrafas de 1,5lt.

O posto ficará montado na segunda e terça feira (dias 01 e 02 de Dezembro) perto da entrada dos funcionários (Portão 2, terceiro toldo próximo ao chaveiro). Endereço: Av. Morumbi, n°4500.

Por favor, divulgue!

SOBRE UM FIM DE CASO

Acabou, finalmente.
Fazer o quê? Paciência, oras.
Pra quem tem problemas pra digerir a estória, tem um texto que eu tenho usado como mantra:
"É HORA DE DAR TCHAU."

segunda-feira, novembro 17, 2008

SOBRE A ROTINA

O inferno é a repetição!

terça-feira, novembro 04, 2008

SOBRE A LUZ NO FIM DO TÚNEL.

É um caminhão vindo a toda velocidade na contramão.
Correr ou bater de frente com ele?

terça-feira, outubro 21, 2008

SOBRE OS ÚLTIMOS DIAS

TPM, Turnê do Fim do Mundo, Horário de Verão... Falta mais alguma coisa?
Ah, lembrei, hoje ainda é terça-feira.

Bom, podia ser pior. Eu poderia ser o Governador. Esse sim deve estar com o saco na lua nesses últimos dias.

terça-feira, outubro 07, 2008

SOBRE O RETORNO DE SATURNO

Eu estou desesperada. Completamente desesperada. Tenho dois anos pra arrumar um emprego estável, que pague bem e com carteira assinada, dar entrada no meu imóvel próprio, casar e começar a planejar meu primeiro filho.
Surto? Faniquito? Chilique? Não. É o Retorno de Saturno!

"O retorno de Saturno
(Por Márcia Mattos)

Entre os 28 e 30 anos de idade, ocorre o primeiro retorno de Saturno, ou seja, o planeta em trânsito se posicionará no mesmo local em que ele estava no momento de nascimento da pessoa e iniciará uma nova volta em torno do zodíaco.

Novamente, como em todo trânsito de Saturno, ocorre um doloroso rito de passagem, envolvendo responsabilidades, desta vez maiores do que nunca. A partir deste período, muitas coisas que antes eram parte de uma gama de opções se tornam definitivas. É o momento de determinar o que vai dar impulso aos próximos 28 anos e tudo o que é decidido tem sua repercussão e conseqüência.

Este período representa também o fechamento sobre todo o passado de dependência familiar, uma liberação final de tudo que ligava às servidões da infância e da adolescência, uma aquisição definitiva de autonomia. É o ponto final do caminho de relaxamento de responsabilidades dos pais sobre os filhos.

Aos 28 anos, as pessoas começam a se preparar para inverter os papéis. Nesta época, surge a necessidade crescente de se fundar um lar, ter filhos, educá-los e progredir profissionalmente. É a chegada definitiva da certeza da sua responsabilidade em relação aos outros, em que se procura gerar confiança em que os cerca e se começa a pensar seriamente no futuro. É o primeiro contato com a sensação de que o tempo passa e que a velhice não tarda a chegar, por isso a intensificação das cobranças internas. Não é mais tempo para ilusões e sim para definições.

Nesta época, as pessoas começam a adquirir um senso de responsabilidade não apenas para si próprios, mas também para aqueles que o cercam. Começa-se a perceber que as suas decisões terão influência na vida daqueles que amam. Agora, e cada vez mais, são os pais que passam a ser seus dependentes, o que aguça o sentido de cumprir sem falhas a sua missão, que é uma tarefa solitária e de extrema importância para toda a família. Mas, ao mesmo tempo, Saturno que é sempre associado a processos de diferenciação, individualização e separatividade, leva os indivíduos a procurarem dar a seus filhos uma educação diferente da que receberam. Paradoxalmente, com a nova aproximação dos pais, as pessoas se deparam tomando decisões surpreendentemente parecidas às deles.

Nessa época, as pessoas que ainda não se definiram na vida passam a se sentir muito angustiadas, porque o fantasma do fracasso começa a ameaçar. Freqüentemente, aos 28 anos as pessoas retomam os estudos, procuram caminhos profissionais definitivos e não mais bicos e trabalhos esporádicos. A crise provocada por Saturno sempre é complicada, já que mexe com assuntos como o tempo e a idade, fracasso, frustração ou sucesso. Todos estes aspectos são muito angustiantes porque abalam a auto estima de cada um.

O ciclo dos 28 anos de Saturno é completado quando se pode tomar nas mãos com segurança as rédeas e o controle da própria existência. Desligar-se do passado para apenas conservar dele as bases mais sólidas sobre as quais deve ser projetado e construído o futuro."


segunda-feira, outubro 06, 2008

SOBRE "AMOR DESFEITO É AMOR REFEITO"

Não há palavra no mundo que expresse a dor de um amor desfeito. Só aqueles que já vivenciaram – ou mortificaram – um momento de ruptura sabem o tamanho da dor vazia e surda que rasga a alma e paralisa a vida. A gente chora, olha o teto, anda em círculos, tem vontade de ligar e implorar, dirige a esmo pela cidade sombria pensando em bater nos postes que se oferecem, não tem vontade de comer, de viver. O corpo se entrega de cara, jogando covardemente a toalha e deixando toda a responsabilidade de lidar com o monstro para a mente que, funcionando a todo vapor, mas sem rumo, beira o colapso.
O chão cai. Um buraco negro sem fim e fedorento engole a gente. A dor anímica é lancinante. E a gente chora. No travesseiro, nos colos solidários, no chão, no banho. Todos os gnomos das glândulas lacrimejantes são convocados para o trabalho. Produção total. Parece que não tem fim. Chegam as pessoas amigas, famílias, parentes, gente de bom coração. Milhares de palavras sinceras, cafunés, ombros. Uns querem nos levar de volta à vida na marra, forçam saídas, cinemas, shows, bares. Outros querem logo nos casar porque acham que fantasma de amor só se exorciza com um amor real, novo, daqueles de dar friozinho na barriga. Fazem conchavos, convidam possíveis pares perfeitos para encontros arranjados. Mas um amor foi desfeito. Ninguém entende isso?
Quem teve o amor desfeito fica impermeável a sons, a palavras, ao mundo. Não adianta cem entre cem dizerem que, calma, tudo passa. Porque na mente do sujeito que teve seu amor desfeito, não há menor vislumbre de uma luz no fim do túnel. Não há túnel. Só escuridão. E na escuridão não há caminhos, só estagnação. Então não pode passar. As músicas falam de nós. As cores na retina são as favoritas do amor que se foi. Os lugares são testemunhas da aposta das fichas de nossas vidas que agora nos olham sem graça como quem diz: “e agora? Perdemos tudo...”. Os cheiros entram pelas narinas, sem nenhum traço da delicadeza que outrora tinham, para arrancar com sua mão pesada a imagem do amor desfeito. Os rostos se resumem a um só, como o vilão de Matrix: o do amor que se foi. As novelas zombam da gente. Os pagodeiros também. Até o cachorro que late para a gente, late ridicularizando o ridículo trapo humano em que nos transformamos. E a gente chora. Os olhos no espelho não são mais os nossos, mas os do Benicio del Toro de tanta papada. Estão roxos. E ainda tem aquela amiga desavisada que nos encontra, sorri e pergunta pelo nosso amor, sem saber que ele está desfeito. Engraçado... o mundo demora para se dar conta do amor desfeito. Com o amor desfeito, a central de controle da vida fica à deriva, nau sem rumo. Quem diz quando é hora de rir, de comer, de amar? Ninguém, porque o único marujo na cabine de controle da mente está se virando para ver se consegue evitar que o navio afunde. Rir? Comer? Amar?! Isso é luxo para quem busca desesperadamente sobreviver. E a gente chora. Ensopa o colo da mãe, que sofre com a gente como só as mães sofrem. Tamanhos marmanjos se abebezando de novo no ninho materno, o único bálsamo que ameniza 0,1% a situação. Mãe é a morfina da alma de quem teve o amor desfeito. O único remédio não remédio. Precisamos terceirizar a mente: Olcadils, Lexotans, Lexpirides, Lex-Lutor... O mundo é um Lex-Lutor com pedras e pedras de Kriptonita nas mãos apontando para nós, super-homens transformados em sub-homens, Popeyes embrutecidos na alma e enfraquecidos no corpo sem o espinafre diário, ido na sacola da feira do amor desfeito, Sansões carecas e raquíticos, Rei Arthur sem Excalibur, Bochecha sem Claudinho.
E agente chora. Chora até o sol nascer e constatar, consternado, que o choro continua. Chora na hora do Globo Esporte. Chora na Sessão da Tarde. As novelas, cruéis, nos fazem chorar. Chora com a musiquinha do Jornal Nacional. O que me interessa se a febre aftosa atingiu o gado gaúcho? Dane-se! Meu mundo acabando e o William Bonner preocupado com as vacas! E vou votar Não no plebiscito das armas porque preciso desesperadamente de uma arma. A gente chora, então. Para a lua, que, paciente, nos olha e espera que caiamos no sono de tanto chorar. Mais um dia se vai e a gente nem percebe. A vida gira em torno de um só nome: a do amor desfeito. Ficamos absolutamente monotemáticos.
É preciso gastar. É preciso viver a perda. Acabou e a gente não aceita. Queremos saber por quê? Por que o amor se foi? O que deu nele? Onde errei? Mas ele disse que me amava até ontem à noite, puxa vida? O que mudou? Chama o meu amor desfeito aqui! Ele precisa me dar explicações... As explicações.... as explicações não existem e nem fazem diferença, na verdade. O fato é: acabou. Querer explicações é uma tentativa da mente de continuar pensando no amor que se foi. Se foi. Ponto. E levou junto muita coisa. O amor desfeito não leva somente o corpo que me dava prazer. Leva a alma que passeava de mãos dadas com a minha nos pensamentos dos planos futuros. Leva um pedaço da história de nossa vida que não tem mais volta. Leva o olhar cúmplice que dividia comigo os sentidos do mundo. Estou órfão de prazer. Estou com um amor desalmado, estou hanseniano de história: pedaços meus estão ficando para trás e não posso fazer nada. Estou impossibilitado de dar sentido ao mundo, mundo completamente sem sentido e dispensável. E a gente chora. Ou tenta, pois a lágrima secou. Passou o tempo. Tem algo diferente. Já não dói tanto. Mas ainda dói muito. De repente, um vaga-lume. Luz? É. Luz.
De repente, saímos do olho do nosso Katrina particular. Respiramos no ritmo novamente. E o amor desfeito? Ah, o amor desfeito... O amor desfeito deixou em nós a lembrança de que é possível amar, de que o amor existe mesmo. O amor desfeito nos fez perceber que devemos viver a certeza da eternidade do amor enquanto durar, como dizia o poetinha, e que para isso é preciso acreditar que a felicidade só é possível com aquele amor específico, o que não é verdade. A gente pode ser feliz com qualquer pessoa porque a felicidade é intrínseca, vem de dentro. Por outro lado, “tudo na vida é frágil; tudo passa”, como retruca Florbela Espanca, a poetisa da dor. O amor pode passar. É uma possibilidade que não queremos, contra a qual lutamos, mas que não podemos desconsiderar. O amor desfeito nos amadurece ao lembrar que a vida é assim: as coisas vêm e vão. As pessoas vêm e vão. É da própria vida, que veio e um dia irá. O amor desfeito pisca para nós e diz: “Pronto, fiz minha parte na tua vida”. Zecabaleirianamente, ele nos lembra que percorreu a parte da sua estrada no nosso caminho.
Por isso não podemos odiar o amor desfeito. O amor desfeito deve ser amado pelo mundo que nos mostrou, pelos espaços que nos abriu, pelos sonhos que desenhamos juntos. O amor desfeito deve ter seus feitos registrados no livro da antologia universal do amor. As coisas ruins, bom...essas esquece! As boas, essas devem ser vividas e lembradas com carinho. Aquela música, aquele perfume, aquele beijo, aquela noite. Como era perfeito aquele amor desfeito. Mas é preciso que um amor se desfaça para que outro se faça. Um outro tão perfeito quanto. Mais perfeito que.
Quando a gente consegue heroicamente sobreviver ao ciclo do amor desfeito, somos capazes de converter a necessidade inegociável da sua presença em certeza inalienável de sua importância para nosso crescimento afetivo e pessoal. O mundo volta a ter sentido. A lua, num quarto-minguante feito para nós, sorri feliz. Aí a gente entende a razão de ser minguante. Ela sorri quando mingua a dor. O sol ilumina o dia e o céu azul lindo, que estava aí e nossos olhos de ressaca não viam. E chega um novo amor. De repente. De surpresa. E o nosso amor próprio, alquebrado pelo amor desfeito, desenganado pelos pessimistas do mundo, brilha de novo. Refaz-se.
Não há palavra no mundo que expresse a certeza de um amor refeito. Só aqueles que já vivenciaram um momento de abertura a um novo amor sabem o tamanho da alegria plena e verdadeira que inunda a alma e nos devolve a vida, à vida. A gente ri para o teto, anda sem rumo de tão feliz, tem vontade de ligar e conversar por horas, dirige pela cidade formosa pensando em gritar a todos que está amando, que não tem vontade de comer, mas tem muita vontade de viver. O corpo se entrega, jogando-se alucinadamente ao novo amor e deixando toda a responsabilidade de pensar nas responsabilidades do mundo lá fora para a mente que, funcionando a todo vapor, diz para o corpo: “Vai fundo! Aproveita! Carpe Diem!”
O chão do mundo novo é ladrilhado, como na canção de roda. Um tsunami de paixão engole a gente. A sensação de querer tudo e mais é atordoante. E a gente ri. No travesseiro, nos colos dos amigos – que reclamam que foram abandonados por nós depois que entramos no templo da paixão, como diz o Chico César. A gente ri no chão, no banho. Todos os gnomos do setor de produção da adrenalina são convocados para o trabalho. Produção total. Parece que não tem fim. Chegam as pessoas amigas, famílias, parentes, gente de bom coração. Milhares de palavras sinceras, cafunés, ombros. Felizes por nos ver de volta à vida, sem ser na marra, sem saídas, cinemas, shows, bares forçados. Outros fazendo questão de nos lembrar que disseram que fantasma de amor só se exorciza com um amor real, novo, daqueles de dar friozinho na barriga, como o que sentimos ao ouvir o nome do novo amor. Um amor foi refeito. Quem teve o amor refeito fica sensível a sons, a palavras, ao mundo. Não adianta cem entre cem dizerem para ir com calma. Bobagem. Porque na mente do sujeito que teve seu amor refeito não há menor vislumbre de calma. Só há luz, energia. Só há movimento. As músicas falam de nós. As cores são as favoritas do amor que se faz. Os lugares testemunhas da aposta das fichas de nossas vidas que agora nos olham vibrantes como quem diz: “Aposta tudo!”. Os cheiros entram pelas narinas para levar delicadamente, com sua bruma leve, a imagem do amor refeito. Os rostos se resumem a um só. As novelas falam da gente. Os pagodeiros também. Até o cachorro que late para a gente, late parabenizando o ridículo humano cheio de amor em que nos transformamos. E a gente ri. Os olhos no espelho são os nossos em seus melhores dias. Estão indisfarcavelmente brilhantes. E ainda tem aquela amiga desavisada que nos encontra, sorri e pergunta pelo nosso ex-amor, sem saber que ele está desfeito. Engraçado, a gente nem lembra mais do amor desfeito... Diz que está amando muito uma pessoa especial, dá dois beijinhos, se despede e corre para encontrar o onipresente novo amor.
Com o amor refeito, a central de controle da vida acha o caminho e descobre novas terras. Toda hora é hora de rir, de comer, de amar. Nosso navio singra os mares, potente, firme. E a gente ri. E traz o sorriso para os lábios da mãe, que ama com a gente como só as mães amam. Tamanhos marmanjos se abebezando de novo no ninho materno, ninho perfeito para descansar depois de um dia feliz. O amor de mãe é o modelo da alma para quem quer um amor refeito. Somos super-homens salvando o mundo das maldades. Popeyes fortificados no braço e no coração com espinafre fresquinho, trazido pelo amor novo. Sansões cabeludos, Rei Arthur empunhando Excalibur, Lennon e McCartney em seus melhores dias. E agente ri. Ri até o sol nascer e constatar, feliz, que o riso continua. Ri na hora do Globo Esporte. Ri na Sessão da Tarde. As novelas, engraçadíssimas, nos fazem rolar de rir. Coitadas das vaquinhas bonitinhas que sofrem de febre aftosa. Bem que o mundo poderia ser mais perfeito como o meu e do meu novo amor. E não é que o William Bonner e a Fátima Bernardes fazem um belo casal! E quer saber? voto Sim no plebiscito das armas porque sou pela vida. A gente ri e ri. Para a lua, que, preocupada, nos olha e pergunta se não temos medo de desmaiar de tanto rir. Mais um dia se vai e a gente nem percebe. A vida gira em torno de um só nome: a do amor refeito. Ficamos absolutamente monotemáticos. Sentimos até o cheiro quando pensamos no novo amor.
É. De nada adianta querer apressar as coisas. Tudo vem a seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto, mas a natureza humana não é muito paciente. Temos pressa em tudo. Queremos apressar o rio e esquecemos que ele corre sozinho. Vemo-nos num labirinto e enlouquecemos. Mas um labirinto é a metáfora da vida: a busca louca pela saída nos faz ignorar a beleza dos descaminhos. Drummond dizia algo com que concordo: muito choro é limpeza de alma. E dizia também “Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para chegar perto de você”. Basta sorrir.
É preciso fazer com que o cofre de neve que cobre nosso coração, fervente e tropical por natureza, derreta. Então, valeu, ex-amor! Por tudo. Obrigadão e seja muito feliz. Mas dá uma licencinha agora...Venha você aqui pra pertinho, meu novo amor, razão da minha vida. Para sempre. Ou enquanto durar, “posto que é chama”... Devemos não esquecer o poeta para sofrer menos e viver mais felizes.








SOUZA, Sergio Augusto Freire de. Disponível em: http://suzanapaula.blog.uol.com.br/arch2008-03-01_2008-03-31.html#2008_03-19_10_01_08-3852259-0

sexta-feira, outubro 03, 2008

SOBRE OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.

Este blog voltará a ficar sombrio por tempo indeterminado.
Isso é ótimo. Eu sou muito mais criativa quando estou nas trevas!

quinta-feira, agosto 21, 2008

SOBRE A MINHA INSPIRAÇÃO.

Achei. Ela foi dar uma voltinha lá pras bandas do Blog da Carol.
Pelo menos está em ótima companhia.

quinta-feira, junho 19, 2008

Inspiraçããaaaaaaaao...
Inspiração, volta aqui, vamos conversar!
Para com isso, meu, volta aqui!
Inspiraçãaaaooooooooooooooo...


E não é que ela foi embora mesmo? Traidora!

quarta-feira, maio 07, 2008

SOBRE A AMIZADE ENTRE HOMENS E MULHERES

Não acredito em amizade entre homens e mulheres. Quase apanho toda vez que digo isso, mas pode bater que eu sustento minha tese.

Você vê mulher feia com "amigo do peito"? Não. Baranga tem, no máximo, colegas. E se você é feia e apareceu um "amigão" desses na sua vida, pode apostar: Ou você não é tão ruim quanto pensa ou tem uma amiga muito gostosa em quem ele está interessado e pra qual você vai servir de alça de acesso.

Agora toda gostosinha tem um cara a tira-colo a quem ela se refere como "praticamente meu irmão", ou "é o meu melhor amigo". Acorda queridinha! Dá umas canas pra ele e um pouquinho de bola pra ver só se ela não vai tentar te dar uns pegas...

segunda-feira, maio 05, 2008

SOBRE OS ASSUNTOS MAIS FALADOS

Não vou comentar o caso da menina Isabella. Não é problema meu e se todo mundo pensar assim haverá mais pessoas visitando velhinhos em asilos e mais gente lendo histórinhas pras crianças em orfanatos. Vamos nos ater a pensar no assunto e cuidar melhor dos filhos, sendo eles nossos ou não.

Também não vou comentar a situação do Ronaldinho com as travestis. Acidentes acontecem. Quando estamos numa fase ruim então, eles (os acidentes) correm atrás da gente. Só lamento o fato do Ronaldinho não ser meu amigo pra poder zoar com a cara dele quando tudo voltar a ficar bem.


segunda-feira, abril 28, 2008

Há pessoas que têm espirito jovem. E há aquelas que definitivamente esqueceram de crescer.
Por que diabos eu não posso conviver só com as primeiras?
Haja paciência!

terça-feira, abril 08, 2008

SOBRE MAIS OU MENOS

Eu não sei viver mais ou menos. Juro que eu tento mas não dá.
A regra é muito simples: Ou é 8 ou é 80. Funciona assim:

- Se eu não tô feliz, eu quero morrer.
- Ou eu te amo, ou eu desejo sinceramente que você morra de forma lenta, dolorosa e sem honra.
- Quando estou de bom humor a vida é uma grande festa. Caso contrário as fendas do inferno se abrirão por toda parte e tragarão a humanidade inteira, sem discriminação entre bons e maus.
- Tenho uma saúde de ferro, mas se digo que estou doente, prepare-se para o meu funeral, que se não rolar vai ser por puro milagre.
- Se eu não quero uma coisa, insistir é pura perda de tempo, se quero, sai da frente porque eu vou seguir feito um tanque de guerra até conseguir e passo por cima do que estiver na frente sem qualquer critério.
- Disse que sim, beleza. Disse que não, é ponto final.

A boa notícia? É que eu mudo de idéia com extrema facilidade. A má notícia? É a mesma que a boa, portanto tenha paciência.
PENSO, LOGO, MUDO DE IDÉIA!


PS: Bipolar não. Objetiva!

quinta-feira, abril 03, 2008

SOBRE CAÇA NÍQUEIS

"Divulgada 1ª foto oficial do retorno do New Kids On The Block",


Pra mim tá com cara de foto da galera do Departamento Jurídico.

quarta-feira, abril 02, 2008

SOBRE UM DIÁLOGO DA VIDA ADULTA

"July Santiago diz:
Essa vida de adulto é muito chata mesmo!
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
chatíssima
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
to muito cansada
July Santiago diz:
E hoje ainda é quarta feira!
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
to com saudades de ficar no cepê, de passar horas no san rapahel jogando sinuca com o giba em plena segunda a tarde.... essas coisas...
July Santiago diz:
Mas tudo bem. Logo logo a gente se aposenta e vai morar em Maromba.
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
se Deus quiser
July Santiago diz:
Eu tô com saudade de cozinhar. Sabe como quando você tem uns 12 ou 13 anos e vai pra cozinha passar a tarde fazendo pão durante as férias? Então. Quero passar uma tarde no meio da semana fazendo pão.
July Santiago diz:
Ou então ficar na minha cama lendo qualquer coisa da coleção vaga lume.
July Santiago diz:
Mas tem que ser a tarde, no meio da semana. Sabendo que tá todo mundo na correria e eu lá, curtindo o sossego. Mas só uma ou duas tardes. Fora isso enjoa e me dá vontade de trabalhar.
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
verdade
karin - www.terrabrasilis.zip.net diz:
eu tbém..."

SOBRE A "SABOTAGEM" DO TRÂNSITO DE SÃO PAULO

Segudo o Jornal "O Estado de São Paulo" do dia 28 de março de 2008, o secretário municipal de transportes e o prefeito suspeitam que a causa do trânsito absurdo dessa cidade seja sabotagem.

Ora senhores, sabotagem sou eu pagar R$ 2,30 pelo mesmo ônibus lotado e desconfortável de sempre, o qual eu perco cerca de uma hora plantada no ponto esperando passar e ainda levar horas pra chegar no trabalho.

E sabe por que senhores? Por que os sabotadores são os mesmos pobres coitados que como eu, enquanto penam a cada solavanco do coletivo, pensam sériamente em comprar um carro, mesmo que levem anos pra conseguir pagar, só pra poder sair daquele aperto causado pela sua péssima administração.

Desses pobres coitados, 800 por dia conseguem sair da lata de sardinha e emplacar mais um carrinho, de acordo com a notícia publicada pelo Portal "Ùltimo Segundo". Não faz muita diferença dentro do ônibus lotado, mas na rua...

Assim sendo, ou me prendam, ou providenciem um transporte público de qualidade, porque no que depender de mim, vou entrar pro time dos sabotadores logo logo.





segunda-feira, março 31, 2008

SOBRE A GRIPE

Dô com gribe. De dovo.
Andes eu sofria horrores bor adé um bês indeiro. Agora eu descobri o baraíso da audobedicação(2): O Orkut! Dem sembre um sofredor do besbo bal que a gente lá.
A cobunidade "O Vírus da Gripe Me Ama" recobenda Trimedal drês vezes ao dia e um Bufferin de manhã outro antes de dorbir.
Eu barticularbente brefiro o Fluviral três vezes ao dia e Amidalin Spray bra garganta a cada uba hora. E café bem quente com uma colherinha de bargarina de banhã.
Receita caseira é assim besbo. Cada uba bais dogenta que a outra... (1)

(1) ATENÇÃO: "Persistindo os sintomas, um médico deve ser consultado".
(2) ATENÇÃO II: A automedicação pode agravar doenças, mascarar sintomas, ter efeitos colaterais danosos, ou no mínimo, servir para nada. Sem contar o risco que você corre de ter uma intoxicação. Assim sendo, este blog se exime de quaisquer responsabilidades caso você tome quaisquer dos medicamentos citados, tenha reações adversas e/ou morra. Esteja avisado!

sexta-feira, março 28, 2008

SOBRE A PIZZA FRITA

Não se iludam. É igualzinho a um pastelzão. Com bolhinhas e tudo.
Só que, se o seu acompanhante for tão agradável quanto o meu foi e se você receber rosas sem qualquer motivo aparente, a comida vira um mero detalhe numa noite perfeita.















Quer provar?
MISTINGUETT.
AV. HENRIQUE SCHAUMANN, 675, SAO PAULO, SP
(Entre as Ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde. É só pegar o mapinha clicando na figura aí em cima.)

*NOTA À MINHA NUTRICIONISTA: Todas as calorias foram devidamente consumidas.


quinta-feira, março 27, 2008

SOBRE A DENGUE

É impressionante como o meu país é repetitivo. Tem epidemia de dengue, não tem epidemia, tem epidemia, não tem epidemia e nessa brincadeira já foram registrados cerca de 43.523 casos notificados à Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro, cerca de 50 óbitos sendo dessas 20 crianças.

Quantos mais terão de ser atingidos até que eles resolvam tomar providências?

Naõ espere que o governo aja. Faça sua parte, porque eles ainda estão se decidindo se tem ou não epidemia. A única ação definida até agora é que a disputa não será decidida no palitinho...

quarta-feira, março 26, 2008

terça-feira, março 25, 2008

SOBRE A HORA DA SAUDADE

Se saudade tem hora pra chegar, a minha é bem regradinha: entre 12h e 12h30, olha ela aí de novo pra me atrapalhar o serviço!
Quem é que consegue se concentrar no trabalho com o coração fora do peito dando uns rolês com o pensamento? Eu tento, mas é tããão difícil...

SOBRE O TEMPO

Éeee, ainda bem que nessa vida não pode chover o tempo todo.
Mais cedo ou mais tarde abre um solzão e aí a gente fica assim, toda alegrinha de novo.
Impressionante como tem gente que se contenta com tão pouco. Eu fico feliz com um e-mail e um dia bonito.
Besta, não? Sou besta, mas sou feli-iz...

PS: Acho que todo mundo deveria dar uma chegadinha na janela de vez em quando. Só pra conferir se o mundo não parou de girar ainda.

segunda-feira, março 24, 2008

SOBRE O COLO

São 12h05m e eu queria estar no colo dele.
Foi assim a manhã inteira e vai ser assim a tarde inteira. Meu atual sonho de consumo é um "Don Portátil". Eu o colocaria aqui na mesa e tiraria uma soneca deitada na sua barriga...
Ai que preguiça!

SOBRE ESTA PÁSCOA

É impressionante como boas companhias, um pouco de testosterona e um rio de chocolate operam milagres em nossa vida.
Sexta-feira eu fiquei em casa cozinhando, sábado eu fui ao cabeleireiro e à sinuca e domingo eu dormi, namorei e chacoalhei o meu sobrinho.
Nada demais, mas tudo de bom. A comida, os lugares, a família de sangue ou não....
Tô com a intuição de que essa semana vai ser ótima! Deve ser por causa desse cheiro de chocolate que sobrou no ar.

Aproveitem os "easter eggs" deste blog e que esta semana seja beeeem lambuzada!

quarta-feira, março 19, 2008

SOBRE O TEMPO

Já faz uns dois dias que o relógio não passa das 16h45.
Eita dia looooooooooooooooooooongo...
Sinto como se estivesse presa na "Cidadezinha Qualquer" do Carlos Drummond de Andrade.

SOBRE OS MEUS OUVIDOS

Ai meu São Pavarotti, dai-me paciência, porque hoje tá osso!

terça-feira, março 18, 2008

HOJE FAZ FRIO.

Muito frio. Por dentro e por fora.





Tomara que passe logo.

terça-feira, março 11, 2008

segunda-feira, março 10, 2008

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

SOBRE A PLENITUDE.

Todos os sete pecados, todas as sete virtudes, todos os cinco elementos,
Já nos conhecemos a tempo demais pra tantas formalidades.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

SOBRE ESTAR FELIZ.

Já estou num ponto em que me tornei irritante até a mim mesma!